Técnicas mais
utilizadas na joalheria
Basse
Taille: Em francês significa "baixo
entalhe", é a técnica na qual padrões
ou desenhos são gravados na superfície do metal
e, após a esmaltação com esmaltes transparentes,
tornam-se visíveis através do vidro.
Champlevé:
Em francês é "campo elevado". Nesta
técnica o esmalte é aplicado em depressões
feitas na peça, deixando áreas de metal exposto.
As depressões são executadas pelo processo de
corrosão por ácido, embora outros métodos
possam ser utilizados. Desenvolvida inicialmente pelos Celtas
no século III a.C. para a decoração de
seus escudos, esta técnica tem sido a mais popular
forma de esmaltação.
Cloisonné:
Em francês quer dizer "cela" ou seja, um espaço
fechado. Nesta técnica, fios muito delicados de metal
são dobrados para formar um desenho; o esmalte é,
então, depositado dentro destes espaços fechados.
Embora possa ser executada sobre um fundo de cobre, é
mais utilizada sobre prata ou ouro. O Império Bizantino
no século XIII a. C. desenvolveu belíssimas
obras religiosas em cloisonné sobre peças de
ouro.
Grisaille:
Significa "grisalho" ou "acinzentado"
em francês. É uma forma de pintura com esmalte
em tons monocromáticos. Utilizando-se um fundo esmaltado
em preto, são aplicadas sucessivas camadas de esmalte
branco, criando vários tons de cinza.
Limoges:
Esta técnica consiste de uma pintura com esmalte especialmente
preparado, onde diferentes cores são aplicadas na superfície
do metal sem a separação por fios ou relevos.
Plique-à-jour:
Em francês significa "aplicado em espaços
vazados" ou "membrana por onde passa a luz do dia".
Esta técnica assemelha-se a um vitral em miniatura,
muito famosa na época da Art Noveau. As peças
executadas em plique-à-jour são mais frágeis,
já que não possuem um fundo para a proteção
do esmalte.
Observe
nesta seqüência de imagens a execução
de um pingente de prata na técnica do Cloisonné.
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